Segundo o vencedor do premio Nobel,Robert Richardson,o Hélio, aquele gás que faz os balões da festa do seu priminho
flutuarem, pode estar entrando em extinção – pelo menos aqui na Terra. E
você não deve se preocupar apenas com o fim de suas brincadeiras de
inalação do gás para falar com uma voz engraçada – o Hélio é um
componente essencial das tecnologias que usamos hoje.
Por ter o mais baixo ponto de fervura conhecido, o hélio é usado para
resfriar superfícies, e isso é importante na fabricação de fibras
óticas e telas LCD. Segundo Robert Richardson, especialista ganhador de
um Nobel, é possível que nosso estoque de Hélio acabe em apenas 25 anos.
E, de acordo com ele, o maior culpado disso é o maior fornecedor
mundial de Hélio, os Estados Unidos. O país estaria exportando o produto
a preços muito baixos. Richardson estima que, para preservar o estoque
terrestre de Hélio, o preço de um balão deveria chegar a 100 dólares e
não a 1 dólar ou 2 reais. Se continuarmos consumindo o gás na taxa atual, metade da
reserva mundial terá sido vendida pelos Estados Unidos em 2015.
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